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A noite de ontem (7) não começou bem para os mais de 250 profissionais da educação temporária no município de Cidade Ocidental. A ação antipopular rapidamente gerou muita discussão e empate em diversos segmentos da sociedade.
De acordo com a decisão conjunta do TCM-GO e MPC "[...] tomamos as medidas contundentes, foi necessário promover a suspensão dos contratos temporários, os quais são pautados pela necessidade temporária de excepcional interesse público, conforme prescreve o artigo 37, IX, CF/88 e o artigo 92, X, da Constituição Estadual."
Horas depois da assinatura por parte do secretário de educação Anderson Luciano, a publicação do documento, políticos, sindicato, simpatizantes da categoria e professores, invadiram as redes sociais para questionar o poder executivo acerca da decisão do TCM, direcionando a responsabilidade ao chefe do executivo.
Em meio a um pandemia, cabe aos vereadores do município e ao poder executivo se reunirem para definitivamente procurar a melhor de revogar a decisão que já está gerando muita confusão na cidade.
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