
Sindicato de Fornecedores de Gás diz que não houve qualquer alteração nos custos que pudesse justificar elevação dos preços cobrados.
Segundo o MP, integrantes do Procon e da Agência Nacional do Petróleo (ANP) estiveram nos estabelecimentos Laecio de Mello ME, Consigaz e Valgás Liquigás, identificando a prática de preços abusivos de comercialização de botijão de gás de cozinha, ignorando o preço máximo de mercado (R$ 70), obtendo lucros extorsivos. “O corpo social e, prioritariamente, as pessoas com menor potencial aquisitivo que, neste cenário de pandemia, já estão proibidas de trabalhar e agora com esse preço exorbitante não conseguem sequer cozinhar em casa”, diz o MP.
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